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NOTÍCIA

Eventos - 14/11/2017 16:14 | Atualizado 16/11/2017 01:33

Alfândega do Porto do Rio de Janeiro completa 70 anos

Alfândega do Porto do Rio de Janeiro completa 70 anos

A vice-presidente de Comunicação Social da ANFIP, Leila Signorelli, prestigiou nesta terça-feira (14/11) a comemoração dos 70 anos da atual Alfândega do Porto do Rio de Janeiro, unidade aduaneira que integra a estrutura da Receita Federal do Brasil (RFB). Localizada na Avenida Rodrigues Alves, o conjunto arquitetônico em estilo eclético, com linhas sóbrias e equilibradas, foi cenário e personagem de inúmeros fatos históricos que marcaram a evolução da própria cidade do Rio de Janeiro. O presidente da Afiperj, José Arinaldo Gonçalves Ferreira, também acompanhou o evento.

Na mesa de apresentações estavam Ronaldo Lázaro Medina, subsecretário de Aduana e Relações Internacionais da RFB, Marcus Vinicius Vidal Pontes, superintendente da RFB na 7 RF, e Rogério Lomba Villela Bastos, inspetor chefe da Alfândega-Rio. 

Na oportunidade foi feito o lançamento do livro “Alfândega do Rio de Janeiro - administração, comércio e cidade” e da exposição fotográfica “Alfândega uma Pedra Fundamental”. 

O secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, que não compareceu ao evento, deixou uma mensagem em vídeo aos Auditores Fiscais e demais convidados. A aduana, segundo ele, contribui efetivamente para a melhoria do ambiente de negócios e da competitividade do Brasil. “A trajetória da Alfândega está em simetria com os contornos institucionais da Receita. Ambas nasceram para servir a sociedade”, ressaltou. Há décadas, lembrou, a Alfândega faz o controle das mercadorias que entram e saem do território. “Graças a esse trabalho, a apreensão no primeiro semestre foi expressiva”, disse, ao citar a importância da modernização dos processos, que resulta em agilidade por meio da utilização de novas ferramentas e da racionalização de procedimentos. “A aduana faz parte de um novo modelo conceitual de relação da Receita com a sociedade, em que as pessoas passam a enxergar a instituição como aliada”, afirmou. 

O subsecretário Ronaldo Medina homenageou as muitas histórias de vida construídas no atual prédio. “Ao comemorarmos os 70 anos, honramos o trabalho de todos aqueles que serviram na aduana. Ao mesmo tempo, essa homenagem é uma reafirmação de compromissos e valores para com a sociedade, na perspectiva de prestar um serviço público de excelência”, afirmou. Segundo Medina, o Brasil há 70 anos era muito diferente do de hoje, mas os desafios são os mesmos. “Quando a gente olha os compromissos feitos no passado, conseguimos perceber que já se olhava um Brasil grande. Hoje, a aduana brasileira continua com o compromisso de dar ao país as oportunidades de crescimento que ele precisa”, frisou. 

O superintendente Marcus Vinícius Pontes agradeceu a colaboração de várias instituições que permitiram a realização das pesquisas que resultaram na obra. “Esse evento é marcante para a Alfândega, que possui atribuições fundamentais para o país, especialmente no combate a organizações criminosas e à lavagem de dinheiro”, disse. No Rio, afirmou, a Alfândega testemunhou histórias de sucesso e de fracasso, que, de alguma forma, tentaram levar o progresso ao país. “Foi muito trabalho desempenhado nos últimos 70 anos”, revelou. A mais recente foi a atuação durante as Olimpíadas, em que os processos foram céleres para atender às necessidades do momento. “A Alfândega desempenhou um trabalho magnífico”, destacou. 

Um dos autores da publicação, Aelio dos Santos Filho, Auditor Fiscal aposentado, fez um relato histórico dos principais acontecimentos que marcaram a evolução da Alfândega. “Os fatos se misturam à própria história do Rio de Janeiro”, concluiu. Também fazem parte do time de escritores Leila Maria Corrêa Capella (organizadora), Cleber Magalhães, Marcus Vinícius Vidal Pontes e Pedro Henrique Leite da Silva.

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